Resiliência: uma competência tão necessária aos professores.

prof luno

Mesmo diante de inúmeros problemas , frustrações, eventos negativos e na maioria das vezes tão desgastantes do dia a dia de uma sala de aula é que precisamos enquanto educadores dessa competência. São poucas as profissões que precisam tanto da persistência na busca de sua maior realização quanto a de professor . Afinal é o seu desejo professor de ensinar que nos orgulha, por ser a base para inspirar tanto outras pessoas a serem como você e assim irem em busca de seus objetivos. Você já se deu conta de tudo que faz para atingir seu objetivo de ensinar, e olha o que você ensina fica, e o que seu aluno aprende se multiplica.

A resiliência é uma qualidade que se modifica com o tempo, em função das experiências e vivências de cada individuo.  Ser resiliênte é :

  • Ser comprometido;
  • Possuir autodomínio;
  • Aceitar desafios;
  • Ser bem humorado.

Desta forma posso dizer a você, professor/educador, que cultiva e encoraja todos os dias seus alunos dando amor, carinho e atenção, que certamente possui essa competência tão importante na área da educação.

Ao professor que está aberto as mudanças e que admite que se pode errar, mas que também sabe apresentar o caminho e a direção para se reinventar, merece toda ninha, toda a nossa admiração. Presenciando em meu dia a dia o quanto você se doa, sendo muitas vezes mais que professor, sendo na verdade parte do seu aluno e que acima de tudo não permite que a sua mente seja devorada pelos problemas e dificuldades da vida o meu muito obrigada…

Assim acrescento … Seja sempre resiliente, não deixe se afetar por um comentário maldoso, cuide da sua mente e tenha vida longa na arte de ensinar…

 

3 dicas infalíveis para quando seu filho ou seu aluno estiver com birra.

 

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Como já sabemos que a birra faz parte do desenvolvimento infantil e assim não será possível evitá-la, você vai aprender agora a utilizar três dicas infalíveis para acabar com a birra no momento que ela se inicia:

1-  Mudar o foco da atenção:  uma das formas mais rápidas de acabar com aquele ataque de birra é atrair a tenção de seu pequeno para outra coisa, assim sua atenção irá imediatamente para aquilo que você mostrar e assim o pesamento da criança irá para o que você demostrar ser mais interessante do que aquilo que motivou a reação explosiva dela.

2- Despertar a racionalidade:  Está indicação vem de especialistas e o ideal é fazer a criança pensar racionalmente, o que eu particularmente prefiro, por exemplo, se a criança precisa parar de brincar para tomar banho para ir a escola , o ideal mesmo é explicar a ela o motivo pelo qual precisa fazer isso, despertando o seu interesse pelo que vai acontecer depois, mas atenção use sempre palavras claras e acessíveis as crianças para que ela possa te compreender e assim entender que você só quer o melhor para ela.

3- Abordagem emocional:  há quem defenda que o mais eficaz em uma crise de birra é abordar a criança de forma emocional, já que seu cérebro está dominado pela emoção. Durante a birra tente abraçar a criança, demostrar interesse pelas suas expressões e falar com um tom bem carinhoso. A ideia é mesmo compartilhar daquele sentimento que a criança está vivendo  e expressar a ela palavras:  “eu entendo que você está triste por ter que parar de brincar é mesmo muito chato parar de fazer algo que estamos gostando, mas é necessário”, isso vai ajudá -la  a se acalmar, mas atenção após é preciso ajudá-la a se conectar com a parte racional do seu cérebro, propondo então uma solução: como por exemplo algo tão simples que utilizo muito aqui em casa: que tal você escolher um brinquedo bem legal e leva-lo para tomar um delicioso banho com você? E por experiência própria posso afirmar sua criança não irá resistir a algo tão divertido assim…

Agora muita atenção, nunca….

  • Tente argumentar de forma agressiva com uma criança;
  • Prometer a ela algo para depois;
  • Reagir de forma explosiva e agressiva

Isso não vai adiantar e vai por mim só irá piorar…

 

Por que a criança faz birra? Você sabe Mamãe? Você sabe professora?

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Se eu perguntar para uma mãe: mamãe seu filho(a) já reagiu de forma explosiva  alguma vez ao ouvir um não? ou se eu perguntar para uma professora: professora algum aluno(a) seu ao ouvir um não, já reagiu de forma explosiva? Certamente tanto a mãe quanto a professora responderá sim e por mais de uma vez.

Seja qual for a criação dada a seu filho(a) ou a rotina colocada pela professora as crianças elas fazem e farão birra sim, quando suas vontades deixam de ser atendida naquele momento e é assim que os pequenos começam a expressar seus sentimentos de frustração ao serem contrariados. Nesse momento todos nós sabemos bem o que acontece, as crianças reagem chorando, gritando, se jogando no chão… o que deixa muitas vezes pais e professores sem saber o que fazer diante de tanto alvoroço por algo ao nosso ver tão simples como pedir a um filho para deixar de brincar e ir tomar banho, ou quando a professora diz a seu aluno(a) que ainda não é hora de ir ao parquinho.

O que muitos de nós não sabemos é que existe cientificamente uma explicação que levam os pequenos a agirem assim, acreditem ou não, a birra faz parte do desenvolvimento infantil.

Já se sabe que ao nascermos nosso cérebro ainda não está completamente desenvolvido, não é por acaso que na área educacional estudamos que a criança forma sua personalidade até os sete anos de idade. Assim mães e professores precisamos compreender que a birra é a emoção comandando o cérebro da criança quando elas se setem inseguras. Sabendo disso na hora da birra mamãe e professora, o ideal é acalmar a criança, dar-lhe um abraço bem gostoso  e ai sim, conversar com ela sobre aquela atitude e o porque daquele “não” que dizemos quando ela quer ficar brincando e não quer ir tomar banho, ou quando ainda não é a hora do parquinho.

As crianças entendem tudo o que falamos para elas e são espertas o bastante para saber se vamos ou não ceder as suas vontades, então nada de perder a calma na hora da birra de seu filho(o) ou seu aluno(o), o importante é lembrar que a forma com que conduzimos esses momentos de birra dos pequenos fará toda diferença para seu desenvolvimento, afinal é nessas situações de frustrações é que estamos passando pra as crianças a melhor forma de lidar com o “não” portanto é preciso sempre lembrar que estamos formando futuros adultos que como nós ouvirão muitos nãos ao longo de suas vidas.

Escola, o que esperar dela???

O ponto de partida é não sair por ai, batendo de porta em porta e absorvendo tudo o que as escolas tem oferecer e sim definir o que você busca em uma escola.

1- A escola precisa ter um espaço amplo?

2- A escola precisa ficar próximo a minha casa?

3- o que importa mesmo é a metodologia utilizada pela escola.

4- A escola precisa ser de tempo integral ,e precisa ter câmeras?

5- A escola tem que oferecer atividades extracurriculares?

com esses  pontos acima bem definidos ficará  mais fácil escolher a escola que mais atenderá suas expectativas e te deixará mais segura. Mas lembre-se o importante mesmo é estar atento ao comportamento demostrado por sua criança ao visitar uma escola, ela te dará indícios dos próximos passos, afinal será seu filho(a) quem passará a maior parte do tempo lá, assim ele(a) precisa estar a vontade no local escolhido por você.

mae e filho

 

 

Ter ou não ter acesso a escola do meu filho????

Bem está é uma dúvida que sempre martelou em minha cabeça, eu como mãe sempre precisei deixar meus filhos em escolas, muitas vezes em período integral, devido a minha necessidade de trabalho… só que uma coisa me deixava com a pulga atrás da orelha como diz um velho ditado. Sempre que ia visitar uma escola tinha que marcar um horário específico e na maioria das vezes era quando a escola estava vazia, e isso não suava bem para mim. Sempre pensava preciso conhecer a escola em seu dia a dia, mas, claro que durante o horário escolar eu iria me deparar com situações corriqueiras de qualquer escola, crianças em atividades, pátio em uso e nem sempre tão limpo quanto os que iria ver após o termino da aula, só que para que eu adquirisse confiança em deixar o meu filho em determinada escola era exatamente isso o que eu gostaria de ver, não uma escola totalmente limpinha e silenciosa, pois não era essa a realidade que meu filho iria vivenciar. Entendo que se eu como mãe optasse por qualquer escola e ficasse ali o tempo todo dentro da sala com meu filho sua adaptação seria bem mais complicada, afinal aquelas pessoas eram estranhas para ele e assim ao invés de ajuda lo iria faze lo sofrer. Mas enfim o que pode acontecer dentro de uma escola em horário de aula que eu não possa ver, isso era o que não saia da minha cabeça. Então tive uma ideia vou estudar pedagogia assim poderei entender mais do assunto e um dia ter uma escola que agisse diferente isso meus amigos foi no ano de 2005 onde meu filho mais velho Higor estava com oito anos e o meu do meio Hugo estava apenas com um aninho. E para encurtar a história foi mais ou menos assim que entendi que é possível sim qualquer pai ou mãe visitar uma escola sem precisar marcar horário. Hoje diretora da escola Ponto de Partida vejo esse fato como o mais natural possível, na escola nossos pequenos são receptivos e sabem se comportar quando visitas e isso não atrapalha em nada sua aprendizagem, quem nos visita conhecesse de perto nossa realidade, transparente e verdadeira, tanto que temos em todas as salas de aula, pátio, refeitório e parquinho o “Sistema Mamãe Coruja” que é nada mais e nada menos que o monitoramento em tempo real de tudo que realizamos em nosso dia a dia.Há quem diz que isso é loucura, mas para mim loucura é não saber o que se passa com meus filhos em seu dia a dia. Acesso em tempo real pelo celular sim é possível, mais isso é um tema para uma próxima oportunidade que certamente falaremos por aqui.