PORQUE PARTICIPAR/OUVIR PALESTRAS???

     HHUD0493 Já se sabe que ninguém motiva ninguém… que motivação vem de dentro… que tudo tem partir de nós mesmo… sim, sim, sim. Mas então o porquê de participarmos de palestras????

Como bem expressa Rodrigo Marque “Não adianta sermos bons de vez em quando, precisamos ser bons sempre”.

E é por ai que realmente tudo acontece, é pensando nesse princípio que as palestras, sejam elas motivacionais ou não se fazem importantes em nosso cotidiano. Já em estudos comprovados sabemos que nosso cérebro não é, como uma esponja que de uma unica vez consegue absorver tudo o que ouve, é preciso ir aos poucos, ouvir, ouvir e ouvir para ai sim conseguir absorver algo e colocar em prática.  Posso afirmar que as palestra são nada mais nada menos, que uma reflexão de grande parte daquilo que até já imaginamos saber, mas, que precisa ser estimulado e assim, quem sabe. ser bom sempre como diz nosso Couth e amigo Rodrigo.

Quando paramos para ouvir sobre determinado assunto, temos a possibilidade de compartilhar de ações concretas por experiência de quem tem uma vivencia para nos repassar.

Dentro do dia a dia de um educador as palestras são essenciais para o aprendizado, nossa prática é sempre reavaliada e novas ações nos são mostradas na superação de determinados obstáculos encontrados pelo meio desse nosso caminho cheio de surpresas que é o da educação.

Hoje com a Internet, tudo se tornou muito mais fácil e prazeroso, é possível de dentro do conforto de nosso lar acompanhar inúmeros palestrantes com bagagens extensas e desta forma, absorver um pouquinho de cada um deles.

Vamos aproveitar dos recursos que temos e nos entregarmos a vivenciar novas experiências por meio das ideias, vivencias e dicas que encontramos aos participarmos de palestras.  E como já dizia o ditado “Temos dois ouvidos e uma boca, exatamente para ouvir mais e falar menos’.

Pense nisso!!!!

 

Para casa???? Qual o seu sentido??

zara

Bem falando pedagogicamente posso afirmar que o para casa ou atividade de casa só tem sentido quando realmente cumpre o seu real papel, que é, uma interação familiar e uma preparação consciente de um momento que precisa ser dedicado fora da escola para se criar o habito de estar sempre tirando um tempinho para estudar o que foi repassado em sala de aula e claro reforçar a aprendizagem,ampliar os conhecimentos adquiridos na escola, reforço motor, treinamento de grafia entre outros…

Já falando com pensamento de uma grande maioria de estudantes um momento cansativo e muitas vezes estressante para a família do educando, o que acaba por se tornar uma obrigação nem tanto prazerosa.

Para você professor deixo a pergunta será que essa atividade de casa tem sido bem programada?  e para a família pergunto será que o para casa tem cumprido os objetivos acima citados?

há quem afirma que em uma porcentagem significativa essa ativa não vem para o aluno e sim para os pais, ou até mesmo que certos para casas são tão extensos que o educando passa a desejar que o professor não deixe atividade para se feita em casa.

Diante das questões é preciso uma conscientização das duas partes, escola/família, onde o para casa possa atingir realmente o seu objetivo.

Esses sintomas podem ocasionar nos alunos reações das mais inevitáveis, como por exemplo: frustração, angustia, baixa auto estima, resistência, agressividade, choro continuo e outras patologias como dor de cabeça, dor de barriga, etc.

Assim precisamos repensar essa atividade, de forma que ela seja estigante e interssante para os alunos e família. E claro que a família passe a ver esse momento como um momento importante e de aproximação, para ai sim ter o acompanhamento de casa de como anda o desenvolvimento dessa criança.

Desta forma fá-se necessária uma reavaliação dessa prática e qual a melhor forma ela deve ser introduzida, tanto por parte da escola quanto da família.

O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM A EDUCAÇÃO DE NOSSOS FILHOS…

hhhh

Hoje vamos falar de Educação…. qual o futuro quero para meu filho(a)??? qual meu papel enquanto família nesse contexto????

Bem eu como diretora escolar posso afirmar com muita clareza que tudo está em transformação, há aqueles que tem a percepção que a educação não é mais aquela que nós pais tivemos, mas também há quem ache que nada mudou. E ai o que fazer em meio a tantas transformações?? Estamos vivendo a era da informatização, só que nem todos tem essa consciência e quando falo a respeito quero dizer que nem tudo é como parece, que nossa percepção precisar ir além, que nossas crianças estão cada dia mais espertas e inteligentes, já foi-se o tempo que demorava-se sete dias para uma criança abrir os olhos… pelo contrário já nascem de olhos abertos e quase que já impondo seus desejos e anseios nesse mundo tão evoluído e ao mesmo tempo tão precário de informações.

Posso afirmar com tamanha convicção que nada é como antes, a educação precisa ser transformadora em um mundo onde o que prende verdadeiramente a atenção de nossos pequenos muitas vezes é o mais simples, aquele simples contato de um colo bem dado ou mesmo um carinho bem feito, o que nada mais nada menos é sentir a atenção que eles buscam o tempo todo daqueles que amam.

Compartilho em meu dia a dia de situações inusitadas que geram na maioria das vezes uma pergunta muito simples… como assim??? essa criança tem de tudo o que mais ela pode querer???

E aí vem a pergunta que não quer se calar, que tudo é esse???? aí eu posso lhe contar esse tudo não é suficiente sabe por que??? porque em meio a esse tudo lhe falta o mais importante o “calor humano”.  Sim aquele calor que supre qualquer brinquedo caro, qualquer casa mais linda que tenha, qualquer melhor roupa ou par de sapato que possua.

Tá então você me pergunta e afirma eu não tinha a metade que meu filho(a) tem e o porquê de tantas consequências de atos que não entendo.  Então eu vou lhe contar nem sempre podemos suprir a nossa falta com o que achamos que vale a pena, está na hora de parar para pensar o que está faltando???

Sei que você irá encontrar a resposta, pois ela está aí, bem à sua frente, nossas crianças estão carentes e essa carência é na maioria das vezes ouvir um “não”.  Pense, analise, e verá que minhas palavras têm fundamento e que só você pode mudar um futuro que está apenas em suas mãos…

Pai… Mãe… seus filhos(as) estão aí pertinho de vocês e ninguém melhor que vocês papais e mamães para compreenderem o que nessas poucas palavras estou querendo dizer.

O futuro de nossos filhos está em nossas mãos.

PROFESSOR SEJA A AUTORIDADE E NÃO O AUTORITÁRIO EM SALA DE AULA…

                       CUIDADO TER AUTORIDADE NÃO É SER AUTORITÁRIO.

Imagem1
ESTÁ NA HORA DE MUDAR.

VAMOS A ALGUMAS DICAS…

“Nem todos os alunos conseguem apreender um determinado conteúdo se ele não lhe for apresentado passo a passo, mesmo que o “tamanho” dos passos precise ser diferente de um aluno para outro”.

  1. Sempre trabalhe com materiais concretos, observando e avaliando caso a caso;
  2. Fale com calma, sem gritos;
  3. Trabalhe aprendizagem cooperativa;
  4. Trabalhe a construção com os alunos;
  5. Auxilie o posicionamento do aluno;
  6. Estimule, estimule e estimule sempre o seu aluno.

ALGUMAS ESTRATÉGIAS E SUGESTÕES:

  • Avalie de forma multidisciplinar;
  • Encorage o estabelecimento de relações com o ambiente físico e social;
  • Exercite o desenvolvimento de suas competências e habilidades;
  • Utilize instruções e sinais claros para as atividades realizadas;
  • Estabeleça comunicações alternativas;
  • Propicie apoio físico, visual e verbal ao aluno;
  • Elimine atividades que restrinja a participação ativa do aluno;
  • Substitua objetivos inacessíveis ao aluno para conteúdos acessíveis, significativos e básicos;

CONSELHOS…

1º  Busque sempre a participação da família e de e de pessoas chave;

2º  Atente-se sempre ao comportamento e atitudes dos alunos.

3º  Tome cuidados para não criar situações permanentes de fracasso e frustração nos alunos.

LEMBRE-SE SEMPRE.

Para atender e responder efetivamente às necessidades educacionais  dos alunos no seu processo de aprender e construir conhecimentos, faz-se necessário modificar os procedimentos de ensino, tanto introduzindo atividades alternativas às previstas, como introduzindo atividades complementares, através da:

FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR

Alunos com Déficit ou Dificuldade de Aprendizagem?

Visualize agora a sua turma e responda rápido: você tem alunos com déficit ou com dificuldades de aprendizagem?! Se você ficou na dúvida, não se desespere, é compreensível, afinal com tantas nomenclaturas e  definições controversas ficam difíceis  encontrar o significado coerente para o termo.

Simplificando seria assim: um aluno com desordem neurológica ou psiquiátrica seguramente terá algum déficit para aprender qualquer coisa e consequentemente apresentará também dificuldades de aprendizagem em tudo o que for proposto. Já um aluno dito “normal” poderá ter dificuldades com determinada atividade, pois não conseguiu elaborar corretamente o conceito sobre ela, porém, se forem feitas as devidas intervenções pedagógicas esse mesmo aluno conseguirá superar essa dificuldade e seguirá adiante no que for ensinado.

Screen-Shot-2014-06-02-at-copy

Percebeu a diferença? Uma dificuldade de aprendizagem é temporária, já um déficit de aprendizado é duradouro.

Na Escola encontraremos alunos com Déficit Intelectual (capacidade intelectual diferente à tal normalidade), já os  alunos com dificuldade no aprendizado  podem nos mostrar nos mais variados conteúdos.

O fato é que em uma turma de 40 alunos, existem 40 indivíduos com ritmos, interesses e  fisiologia distinta uns dos outros e, portanto, jeitos diferentes de aprender. Esses “jeitos diferentes de aprender” são também conhecidos como Estilos de Aprendizagem que nada mais são que o modo como esse indivíduo se comporta enquanto está aprendendo.

Os estilos de Aprendizagem são:

– Sinestésico:  quando se utiliza da expressão corporal e a manipulação  de objetos

– Visual: quando é utilizado textos, livros, gráficos, fotos, diagramas, desenhos, provas escritas

– Auditivo: quando é utilizado fala, sons e músicas

Encare do seguinte modo, ao adotar um determinado estilo de aprendizagem estou escolhendo a melhor forma de processar o conhecimento novo que estou recebendo. Assim ao conhecer o estilo de uma pessoa você saberá qual será a forma mais fácil e a mais difícil dela processar qualquer conhecimento.

Na Escola somos cobrados dentro de um único estilo: o Visual, assim todos os alunos que se enquadram neste estilo, seguramente tirarão excelentes notas. Já os alunos “sinestésicos” e “auditivos” terão os tão conhecidos déficit de aprendizagem.

Já estou até vendo você perguntando: “Como então trabalhar na mesma sala com os dois grupos”? Fazendo, conforme diz Perrenoud, a “diferenciação pedagógica”. Ou seja, elaborar atividades que contemple os três estilos de aprendizagem. Pegando o exemplo da atividade diferenciada, o Professor pode ensinar qualquer atividade cantando, criando jogos com a manipulação de objetos, utilizando exercícios escritos, jogos e etc…

E os alunos com déficit intelectual? Também serão beneficiados com a diferenciação pedagógica, já que não se sentirão discriminados, pois estarão realizando atividades com diferentes graus de desafio.

Como levantar os estilos de aprendizagem dos meus alunos? Observe no dia a dia na hora da execução das tarefas, quais são os momentos, ou em quais atividades determinados alunos mostram-se mais eficientes em realizar a tarefa dada.

Quando um conteúdo novo é apenas explicado quantos de fato conseguem compreender o que foi ensinado. Ao ajustar esse mesmo conteúdo e apresentar dentro de outro estilo de aprendizagem quantos alunos conseguem compreender?    Anote esses dados e faça o mapeamento da sua turma, você ficará surpresa(o) com os resultados.

Elaborar aulas levando em conta os estilos de aprendizagem e criar atividades diferenciadas  dá trabalho?  A minha resposta é: Muito mais trabalho dá ter de lidar com dificuldades de aprendizagem, pois tanto  o aluno quanto o  professor ficam frustrados, extenuados e desmotivados, o que acaba gerando uma carga emocional negativa com todo o grupo.

Já com o uso da diferenciação pedagógica, respeitando os diferentes estilos de aprendizagem do grupo, as aulas transcorrem de modo mais vibrante, em constante movimento de trabalho e alegria. Afinal, desta forma,  todos se vêem como capazes e inteligentes.

Lembre-se, ao trabalhar dentro de um único estilo o professor acaba favorecendo o aparecimento das mais diversas dificuldades de aprendizagem.

Resiliência: uma competência tão necessária aos professores.

prof luno

Mesmo diante de inúmeros problemas , frustrações, eventos negativos e na maioria das vezes tão desgastantes do dia a dia de uma sala de aula é que precisamos enquanto educadores dessa competência. São poucas as profissões que precisam tanto da persistência na busca de sua maior realização quanto a de professor . Afinal é o seu desejo professor de ensinar que nos orgulha, por ser a base para inspirar tanto outras pessoas a serem como você e assim irem em busca de seus objetivos. Você já se deu conta de tudo que faz para atingir seu objetivo de ensinar, e olha o que você ensina fica, e o que seu aluno aprende se multiplica.

A resiliência é uma qualidade que se modifica com o tempo, em função das experiências e vivências de cada individuo.  Ser resiliênte é :

  • Ser comprometido;
  • Possuir autodomínio;
  • Aceitar desafios;
  • Ser bem humorado.

Desta forma posso dizer a você, professor/educador, que cultiva e encoraja todos os dias seus alunos dando amor, carinho e atenção, que certamente possui essa competência tão importante na área da educação.

Ao professor que está aberto as mudanças e que admite que se pode errar, mas que também sabe apresentar o caminho e a direção para se reinventar, merece toda ninha, toda a nossa admiração. Presenciando em meu dia a dia o quanto você se doa, sendo muitas vezes mais que professor, sendo na verdade parte do seu aluno e que acima de tudo não permite que a sua mente seja devorada pelos problemas e dificuldades da vida o meu muito obrigada…

Assim acrescento … Seja sempre resiliente, não deixe se afetar por um comentário maldoso, cuide da sua mente e tenha vida longa na arte de ensinar…